Siga o Baralho Cigano e Magia nas Redes Sociais

Para agendar sua consulta, entre em contato via WhatsApp com os Elfos do Baralho Cigano e Magia. A Aurélia ou o Caíque que são dois fofos e lindos.

Magias do dia-a-dia

A Magia está presente na vida de TODOS e o tempo todo. Aprender a lidar com a magia que te cerca, te ajudará a alcançar seus objetivos com mais facilidade, pois O Universo Conspira a Seu Favor!

Vamos falar de suicídio ?

Setembro é o mês mundial dedicado à prevenção do suicídio, chamado de Setembro amarelo. O assunto já foi um grande tabu dentro da sociedade, mas ainda enfrenta grande resistência em falar sobre o assunto pela falta de informação, mais principalmente pela grande dificuldade na identificação de sinais.

Segundo da dos da OMS (Organização Mundial de Saúde) em 2014 – último levantamento da instituição – no Brasil, 10.631 pessoas cometeram suicídio. Sendo que 90% poderiam ter sido evitados. Outra característica importante é o gênero: para cada dez suicídios, oito são cometidos por homens e dois por mulheres.

Afim de, obter novos dados sobre o tema, o CQM (ComunicaQueMuda), a agência monitorou as redes Twitter, no Instagram, no YouTube, no RSS e no Facebook, ao longo de 29 dias em maio deste ano e contabilizou 103.923 relatos e depoimentos sobre suicídio. Isto indica um aumento em relação a 2017 que foi de 6,3%, saltando para 23,5% em 2020.

Frente aos novos dados apresentados podemos observar uma mudança de comportamento quando falamos de suicídio.

Este aumento expressivo é importante, pois abre portas para que o tema seja debatido resultando na compreensão correta frente ao sofrimento psíquico. Todavia, cabe avaliar se neste espaço público é o adequado, visto que são relatos, história de vida que certamente contem traumas. 

Estamos vivendo um período de grande isolamento, distanciamento das pessoas. Todas ou grande parte da nossa vida foi alterada, acarretando em estresse, ansiedade, depressão, irritabilidade. E quando o sofrimento é intenso e continuo nossa saúde mental esta comprometida, maiores são as chances do suicídio.

O sofrimento insuportável leva a pessoa a ter esperança na morte como alivio e único caminho para encerrar seu sofrimento. Qualquer pessoa pode pensar em algum momento da vida em suicídio, contudo é algo que chegou repentinamente, e vai embora. Mas, se persistir, e o suicídio for uma saída viável, então, é o momento de pedir ajuda.

É fundamental entender que a pessoa que compreende o suicídio como finalidade não se move pela vontade de dar cabo da vida, mas, é o desejo de dar fim ao sofrimento profundo, e intenso. Certamente, já ocorreram diversas tentativas destes pensamentos cessarem, no entanto, até agora foram inevitáveis. Apesar disso, é possível buscar outro caminho, transformar essa esperança na morte em impulso para vida. Entendendo as coisas, se redescobrir e resignificar os traumas.

Conhece alguém que esteja passando por isso, ou, caso seja você, recomendo pedir ajuda para alguém próximo de confiança. E mas que tudo, procure ser atendido e avaliado por um profissional da área de saúde mental.

Pedir ajuda ou ajudar é um passo de extrema coragem!


Psicólogo – CRP 06/111249

 Contato:

(11) 94082-7303

www.psicologodiegooliveira.com.br

psicologodiego.oliveira@gmail.com




Mulheres no Sacerdócio: Barreiras e dificuldades


Olá, meu axé a todos! 

Historicamente a mulher tem conquistado um papel importante na sociedade brasileira. Nós possuímos uma história de luta e resistência diante de uma sociedade colonial. Lutamos para conquistar nosso papel em uma sociedade patriarcal e machista e atualmente ocupamos posições importantes no meio social, político, cultural e principalmente religioso.  São tantas as mulheres, senhoras, meninas, moças, idosas que trabalham que, se formos analisar, hoje a maioria dos Terreiros é composta por um número maior de mulheres médiuns.

Com essas conquistas e mudanças, hoje uma mulher pode ter seu trabalho remunerado, ser funcionária de uma empresa, ter seu próprio negócio e sustentar a economia do lar, ser dona de casa,  ser mãe,  esposa e lidar com os problemas dos filhos e marido, e possuir um forte vínculo com a religiosidade, principalmente quando se trata de religiões como a Umbanda ou o Candomblé. Entender a questão da valorização da mulher de Axé enquanto trabalhadora, mãe, provedora do lar em seu meio social, proporciona assim uma maior compreensão sobre as razões que levaram essas mulheres a lutarem pela equidade de forma coletiva.

As sacerdotisas de Umbanda hoje, além de serem mães de seus filhos de santo, dividem seu tempo entre o terreiro e os afazeres da vida moderna e carregam na bagagem todas as responsabilidades dela. Elas são como uma árvore, cheia de frutos cedendo sua sombra a todos que a ela chegam, ou um rio que além de matar a sede dos que ali chegam também reflete a imagem para que se reconheçam e tenham a oportunidade da mudança interior.

Ser esposa, mãe e profissional ativa são ocupações de pura e infinita doação. Agora acrescente a isso as atividades de uma sacerdotisa.

Um compromisso que quase nunca tem hora marcada, que possui dias pré-estabelecidos, mas se chega alguém pedindo socorro no meio da noite, ela nunca negará.  Então, cada vez mais pessoas chegam à procura de uma orientação, um carinho, um acolhimento ou ainda de uma solução para um problema aparentemente sem saída ou a cura de uma doença gravíssima. 


E como conciliar tudo isso e ser perfeita em todos os seus afazeres?

Digo que não existe a perfeição, somos seres humanos, passíveis de erros e acertos. Uma hora acertaremos e em outras podemos cometer erros que nem sempre serão logo corrigidos, mas com toda a certeza foram cometidos tentando acertar e auxiliar seja o filho de carne ou o de santo, seja o consulente, seja o patrão ou até mesmo um desconhecido. Assim como o cuidar e zelar da casa, da família, do trabalho faz parte do dia a dia, a mulher do Axé e sacerdotisa cuida e zela de seu terreiro e seus filhos de santo. Ela se sente responsável por quem faz parte da casa, pela assistência, pelos Guias e Orixás que ali trabalham.

O cansaço bate, ela não pode ter problemas e nem ficar doente, está sempre a postos para todas as situações. Se desdobra, mas faz porque acredita nas pessoas, acredita num bem maior e acima de tudo acredita na espiritualidade que nunca desampara.

Peça sua benção, aprenda com ela, dê valor e seja grato. Ela pode não ser perfeita, mas está lá a frente de um trabalho por você e sua espiritualidade.

Saravá meus filhos, Que Oxalá Abençoe!

Andréa Campos

Dirigente Espiritual da

Casa de Caridade 7 Forças de Olorum

Pesquisar este blog


MusicPlaylistView Profile
Create a playlist at MixPod.com